A corrida pela inteligência artificial geral (IAG) entre países como os EUA e a China é impulsionada por razões estratégicas, econômicas, militares e de influência global. Aqui estão os principais motivos e as possíveis vantagens: 1. Domínio Tecnológico e Econômico: A IAG promete transformar indústrias inteiras, desde saúde e manufatura até transporte e educação. Quem dominar a IAG pode liderar a próxima revolução tecnológica, gerando enormes vantagens econômicas. 2. Segurança Nacional e Militar: A IAG pode ser usada para avanços militares, incluindo sistemas de defesa, vigilância, e até no desenvolvimento de armas autônomas. Garantir liderança nessa área é considerado crucial para a segurança nacional. 3. Influência Geopolítica: A IAG pode amplificar o "poder brando" (soft power) de um país, influenciando normas globais, padrões éticos e regulatórios sobre o uso da tecnologia. 4. Risco de Desvantagem Estratégica: A corrida reflete também o medo de que um país rival possa alcançar a IAG primeiro e usá-la para obter vantagens inigualáveis em diplomacia, economia e guerra.
A corrida pela inteligência artificial geral (IAG) entre países como os EUA e a China é impulsionada por razões estratégicas, econômicas, militares e de influência global. Aqui estão os principais motivos e as possíveis vantagens: 1. Domínio Tecnológico e Econômico: A IAG promete transformar indústrias inteiras, desde saúde e manufatura até transporte e educação. Quem dominar a IAG pode liderar a próxima revolução tecnológica, gerando enormes vantagens econômicas. 2. Segurança Nacional e Militar: A IAG pode ser usada para avanços militares, incluindo sistemas de defesa, vigilância, e até no desenvolvimento de armas autônomas. Garantir liderança nessa área é considerado crucial para a segurança nacional. 3. Influência Geopolítica: A IAG pode amplificar o "poder brando" (soft power) de um país, influenciando normas globais, padrões éticos e regulatórios sobre o uso da tecnologia. 4. Risco de Desvantagem Estratégica: A corrida reflete também o medo de que um país rival possa alcançar a IAG primeiro e usá-la para obter vantagens inigualáveis em diplomacia, economia e guerra.
Perpetrators of these scams will create a public group on Telegram to promote these investment packages that are usually accompanied by fake testimonies and sometimes advertised as being Shariah-compliant. Interested investors will be asked to directly message the representatives to begin investing in the various investment packages offered. It is unclear who runs the account, although Russia's official Ministry of Foreign Affairs Twitter account promoted the Telegram channel on Saturday and claimed it was operated by "a group of experts & journalists." READ MORE The company maintains that it cannot act against individual or group chats, which are “private amongst their participants,” but it will respond to requests in relation to sticker sets, channels and bots which are publicly available. During the invasion of Ukraine, Pavel Durov has wrestled with this issue a lot more prominently than he has before. Channels like Donbass Insider and Bellum Acta, as reported by Foreign Policy, started pumping out pro-Russian propaganda as the invasion began. So much so that the Ukrainian National Security and Defense Council issued a statement labeling which accounts are Russian-backed. Ukrainian officials, in potential violation of the Geneva Convention, have shared imagery of dead and captured Russian soldiers on the platform. Since its launch in 2013, Telegram has grown from a simple messaging app to a broadcast network. Its user base isn’t as vast as WhatsApp’s, and its broadcast platform is a fraction the size of Twitter, but it’s nonetheless showing its use. While Telegram has been embroiled in controversy for much of its life, it has become a vital source of communication during the invasion of Ukraine. But, if all of this is new to you, let us explain, dear friends, what on Earth a Telegram is meant to be, and why you should, or should not, need to care.
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